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    Baby-led Weaning: o desmame guiado pelo bebê

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    “Weaning” é a transição gradual que um bebê faz até deixar de se alimentar exclusivamente de leite materno, um processo que pode levar anos. O livro “BLW: o desmame guiado pelo bebê” é sobre o início desse processo de desmame, desde o primeiro pedaço de comida sólida que o bebê ingere. Esses primeiros alimentos sólidos não substituem o leite materno (ou a fórmula láctea infantil), mas fazem com que a dieta fique gradualmente mais diversificada. Na maioria das famílias, o desmame é guiado pelos pais, que decidem quando e como seus bebês deverão comer. A ideia do BLW é permitir que o bebê guie todo o processo, usando seus instintos e habilidades: em vez de papinhas, são oferecidos legumes, frutas e outros alimentos sólidos em pedaços para que ele próprio os pegue com as mãos e coma de maneira autônoma, abrindo um mundo de boas possibilidades para seu desenvolvimento.
    Entre os benefícios estão o desenvolvimento da capacidade de mastigação do bebê, de sua destreza manual e da coordenação entre as mãos e os olhos. Com a ajuda dos pais, ele descobre uma grande variedade de alimentos saudáveis e aprende importantes habilidades sociais – enquanto come apenas a quantidade de que precisa, o que diminui as chances de desenvolver sobrepeso na infância. Mas, acima de tudo, ele vai gostar disso e estará mais contente e confiante nas refeições em família.
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    Meu filho não come!

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    “Meu filho não come.” Essa é, sem dúvida, uma das frases que um pediatra mais escuta ao longo da sua vida. Embora no inverno ele enfrente a competição da tosse e dos resfriados, no verão, o não comer converte-se no rei indiscutível das consultas. Depois de explicar que seus filhos não comem, muitas mães prosseguem com algo mais ou menos assim: “Eu sei que tem muitas mães chatas que ficam falando que seus filhos não comem. Mas é que o meu, doutor, realmente não come nada, você tinha que ver…”. E elas erram duplamente. Erram, em primeiro lugar, ao pensar que seus filhos são os únicos que não comem. Mas elas erram principalmente ao pensar que outras mães são “chatas”. Nenhuma é.  As famílias, especialmente as mães, sofrem com os conflitos relativos à alimentação. Sofrem muito.

    A ideia de não obrigar uma criança a comer, que constitui o eixo central deste livro, não deve ser considerada como um “método para abrir o apetite”, mas, sim, como uma manifestação do nosso amor e respeito pelos nossos filhos.