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Páscoa, os doces e as Crianças

Páscoa é uma data comemorativa, onde o foco principal deveria ser a mensagem de amor, mas parece que a onda de dar chocolates ganhou um destaque assustador…
Levanta a mão quem adora agradar o filho / neto / sobrinho / afilhado. Eu não sei vocês, mas eu adoro. O problema é que criou-se uma cultura de que uma das MELHORES formas de se agradar uma criança é dando doce, um erro!
A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) é clara: doces são considerados calorias vazias e seu consumo não tem indicação em nenhuma faixa etária. “Mas, se houvesse a necessidade de oferta, seria somente depois dos dois anos”, diz Elza de Mello, do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria.
O único açúcar que é bem-vindo na sua dieta e, principalmente, na da criança é o presente nas frutas e legumes. Dar doce para os pequenos é apostar alto em:
  • alteração na flora oral;
  • surgimento de cáries;
  • desencadear processos de obesidade;
  • potencializar o desenvolvimento de diabetes;
  • viciar e empobrecer o paladar infantil.
É na primeira infância que a criança está desenvolvendo o paladar, portanto elas podem ficar mais tolerantes aos doces, querendo cada vez mais porções maiores, para satisfazê-las. Não raro, crianças passam a recusar alimentos salgados e só aceitam os mais adocicados, como mandioquinha e batatas, ou receitas adoçadas, como feijão cozido com batata-doce e arroz com uva-passa.
A gente pode agradar dando brinquedos ou levando para um passeio muito divertido com várias brincadeiras – além de mais saudável, ainda criará memórias muito mais gostosas com eles.
Sobre esse assunto, você também pode ler mais no livro “Meu filho não come” do Dr. Carlos Gonzalez – https://editoratimo.com.br/livros/meu-filho-nao-come-2/

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