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Para as famílias, mulheres, homens, mães e pais, de primeira, segunda, de muitas viagens. Para quem já se interessa por esse olhar mais autônomo e para quem está se abrindo para esse mundo agora, AQUI é seu lugar!
Toda semana publicamos textos de escritores e parceiros queridos, que partilham conosco suas reflexões a respeito de parentalidade, alimentação, criação de filhos (em seus mais amplos aspectos e visões de mundo), feminismo, economia familiar, a lista do que nos interessa ler e mostrar é bem extensa.
Esperamos que você curta a leitura, comente, envie para as amigas, ajude a divulgar. Caso também queira participar com um texto seu, entre em contato conosco.

Dicas para se preparar para a introdução alimentar
Quando a minha filha estava se aproximando dos 6 meses, fiquei empolgada em comprar babadores, cadeira, pratinhos, talheres, copo… Isso acontece com muitas famílias! Juntamos o momento especial que está chegando com o apelo comercial desses produtos e acabamos comprando um monte de utensílios que, muitas vezes, tornam-se perfeitas tranqueiras encostadas no fundo do armário. Trago esse texto, então, para conversar com aquela mãe ou pai que está nos preparativos da introdução alimentar e já aviso que, em geral, o bebê precisa de bem menos material do que

Livros do Dr. Carlos González na Editora Timo
Dr. Carlos González é uma sumidade no assunto criar filhos com amor. Senso comum, costumes e todas as histórias que muitas mães e pais escutam como se fossem leis universais em ter filhos são rapidamente desconstruídas e revistas a partir do olhar do pediatra.⠀ ⠀ Doutor em pediatria e autor de vários livros sobre educação, alimentação e saúde infantil, licenciado pela Universidade Autônoma de Barcelona e especialista em amamentação pela Universidade de Londres, CARLOS GONZÁLEZ é considerado um dos maiores ícones da atualidade em defesa da amamentação e

Em uma sociedade hostil, onde ficam as mães e as crianças?
Ser mãe não é fácil. Não é fácil engravidar, gestar, ter o bebê, conseguir parir com respeito e segurança, amamentar onde, quando e como quiser, com suporte social e rede de apoio. Conciliar maternidade e trabalho, então, é tarefa mais difícil ainda. Todo mundo pensa que pode julgar você, escolher por você e definir por você como devem ser as suas prioridades frente a esse papel, ser mãe. Ou você se submete a uma maternidade neoliberal ou você se submete a uma maternidade sacrificial. Ambas caminham lado a

“Faça o que eu digo. Não faça o que eu faço”
Estou “morando” na internet. Por conta do trabalho, sempre passei tempo demais pendurada no celular. Organizando eventos, gerindo equipe, falando com a família em outro estado. Mas com a pandemia, isso piorou significativamente. Com você também tem sido assim? Desde que minha primeira filha nasceu, impus a mim mesma algumas regras. Uma delas era que das 18h30 às 20h eu não atenderia telefonemas e nem olharia mensagens. Funcionou bem. Era o nosso tempo exclusivo juntas. E ela foi crescendo acostumada com isso. Quando o telefone tocava, já esperava

Amamentação e crenças limitantes
A maior parte de nós ouviu, desde muito pequeno, que a cabeça controla o corpo. E que o cérebro é quem comanda tudo que acontece dentro de nós. Salvo uns e outros que tiveram a oportunidade de ouvir sobre as possibilidades de uma inteligência emocional ainda na infância e adolescência, os nascidos antes da geração Z cresceram dando ao cérebro poder absoluto. Hoje, nos idos de 2021, já temos muitas pesquisas e informação aberta sobre a vastidão de poderes que as emoções têm sobre nós. Até mesmo que

O papel do profissional da saúde na alimentação infantil
Há muitos anos, venho trabalhando com a alimentação de crianças, especialmente com a de bebês e isso gera um estranhamento por parte de muitas pessoas. Mas por que alguém tão pequeno vai precisar de atendimento de nutricionista? Será que estamos tentando “gourmetizar” algo tão natural, que é o ato de comer? Quando me perguntam qual a necessidade da família receber orientação no período da introdução alimentar, eu questiono o quanto esses adultos têm acesso a informações atualizadas e sentem-se seguros sobre esse momento. Quanto às informações, é muito

O que causa e o que salva
Em casa temos duas espécies mirins: uma com 7 e outro com 2 anos. A de 7 pegou o jeito da aula online e, entre choros e risos, está se virando bem. Na medida do possível, ela segura a onda. Sempre com o nosso olhar atento e um abraço apertado quando necessário. O de 2 ainda vive num mundo paralelo onde o “inominável” e a pandemia não entram e nem estão representados por nenhum vilão. A sua preocupação é brincar e ter os pais por perto. Ele vive

Relato Mães na Quarentena: sobre a confiança
Confiança é uma daquelas características que quase todas as mulheres desejam para si mesmas. Ela é algo precioso para nossa saúde mental. Mas quando a notícia do distanciamento social chegou, vi minha autoconfiança escorrer entre meus dedos. Nos primeiros dias, mal consegui pensar em acolher meus medos e insegurança, porque eu estava diante do impensável. O impensável que poderia levar embora minha família. Assim, chorei por cada tia velhinha que tenho; principalmente ao imaginar que por estar distante delas, não haveria despedidas. Aliás, não haveria nem encontros! Que

Fotografia de parto: papel de transformação
Fotografia é uma profissão um tanto solitária. E talvez seja por isso que eu a tenha escolhido. Às vezes fico na dúvida se eu escolhi essa profissão ou se ela me escolheu. Mas o fato é que fotografar nos convida a sintetizar emoções. Quando estamos ali, no “campo de batalha”, seja ele qual for (um parto, uma festa, um retrato ou uma guerra), temos a oportunidade de transmitir emoções através de um clique. Nosso trabalho acaba sendo um reflexo de nós mesmos. Trazemos para a foto tudo aquilo