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Para as famílias, mulheres, homens, mães e pais, de primeira, segunda, de muitas viagens. Para quem já se interessa por esse olhar mais autônomo e para quem está se abrindo para esse mundo agora, AQUI é seu lugar!
Toda semana publicamos textos de escritores e parceiros queridos, que partilham conosco suas reflexões a respeito de parentalidade, alimentação, criação de filhos (em seus mais amplos aspectos e visões de mundo), feminismo, economia familiar, a lista do que nos interessa ler e mostrar é bem extensa.
Esperamos que você curta a leitura, comente, envie para as amigas, ajude a divulgar. Caso também queira participar com um texto seu, entre em contato conosco.

A primeira vez a gente nunca esquece
Essa é a “variação” de uma propaganda de sutiã de 1987 (“O primeiro sutiã a gente nunca esquece”), que trazia, segundo Washington Olivetto, o criador do material publicitário para a marca, “a transição da personagem de menina à mulher, momento em que a vaidade certamente desabrocha” e o “deslumbramento da menina ao ganhar o seu primeiro sutiã”. Muitos, ainda hoje, 37 anos depois, se lembram do filme e da mensagem dessa que foi uma das campanhas mais premiadas da história da propaganda, mesmo gerando, algum tempo depois, polêmicas

Ensinar a reconhecer e controlar emoções é a base do futuro financeiro saudável
Olá, mamães e papais! Hoje, quero conversar sobre algo essencial que vai muito além de ensinar seus filhos a economizar moedas no cofrinho ou a escolher bons livros sobre dinheiro. Estou falando de ajudar os pequenos a reconhecer e lidar com suas emoções, uma habilidade poderosa que pode fazer maravilhas na relação com o dinheiro agora e no futuro. Por que as emoções importam? Assim como nós, adultos, as crianças também experimentam uma montanha-russa de emoções. E mesmo pequenos, essas emoções podem influenciar como eles veem e gastam

#MaturidadeNaLivraria: e se a gente escolhesse NOMEAR-SE de modo diferente?
No encontro de setembro na Livraria da Vila, na Fradique (em São Paulo), eu e a Mariângela recebemos a Janaína e a Roberta como convidadas e facilitadoras e foi, mais uma vez, um encontro muito potente! Depois das apresentações de praxe (quem somos, como o projeto começou, quem são as convidadas, agradecimentos para a livraria, quem são as pessoas presentes na roda), Roberta propôs fazermos alguns exercícios simples (beeeem simples, acessíveis para qualquer pessoa) para relaxar o corpo, para que a gente conseguisse estar mais presente ali na

Trabalhadoras e estudantes que amamentam em universidades: qual é a nossa realidade?
Agosto acabou e, com ele, o mês em prol da amamentação também! Muitas ações aconteceram e certamente tantas pessoas foram sensibilizadas! Mas não podemos deixar somente para o próximo ano a necessidade de continuarmos tantas discussões. Uma dessas que venho me dedicando tem a ver com a situação de trabalhadoras e estudantes que amamentam. Essa já não é mais uma demanda pessoal que tenho. Afinal, minha filha é uma pré-adolescente! Mas sou servidora de uma grande universidade pública e vivencio constantemente a dificuldade de tantas colegas e alunas.

Amamentar: um privilégio que nem todas podem ter
Em 1989, uma estudiosa feminista, americana e ativista antirracista, Peggy McIntosh, escreveu um ensaio intitulado: “White Privilege: Unpacking Invisible Knapsack” (Tradução livre: “Privilégio Branco: Desempacotando a Mochila Invisível”). Essa publicação começa pela sua atuação como feminista, analisando a “relutância dos homens em admitir que são superprivilegiados, mesmo admitindo que as mulheres sejam desfavorecidas”. Apesar da proposta de apoio em “melhorar” o status das mulheres, os homens não aceitam a ideia de diminuir seus privilégios. Nessa mesma linha, a autora reconhece uma ligação entre as questões desses privilégios de

Parir e gestar: o processo é interno
Estou dando uma pausa nos textos sobre partos em diferentes lugares do mundo para compartilhar uma nostalgia especial de aniversário. Hoje, a bebê que nasceu naquele dia completa 15 anos, e ao relembrar aquele momento, sinto um profundo sentimento de gratidão e reflexão. No trabalho de parto, temos a oportunidade de acessar canais e portas que jamais nos aventuramos a acessar. Essa da foto era eu, abrindo a porta da chave sangrenta, para lutar com o Barba Azul. Foi ali que eu encontrei a personificação dos medos e

Substituto de leite materno só tem um – e não é a fórmula infantil
Substituto de Leite Materno só tem um. E não é a fórmula infantil. Não sei que poder o final de semana tem que me provoca reflexões (mentira, eu “reflexiono” a semana inteira… rsrsrs… mas ponho no papel ou na tela quando dá tempo). Sempre fico atento às estratégias (proibidas) que a indústria utiliza, através de seu marketing, para trazer a falsa ideia de que seus produtos (fórmulas lácteas comerciais) têm qualquer semelhança com o leite materno em sua composição ou sua função. Algumas perguntas (para pensar, sem necessidade

Você não vai conseguir amamentar. Será?
Dos mesmo criadores de “não conseguirás parir e parirás com dor”, o “não conseguirás amamentar” está envolto em uma série de interesses políticos e industriais que seja no curto, no médio ou no longo prazo pesam sobre os ombros de mulheres que querem amamentar – e que amamentam. O ponto de partida da amamentação é: “Você não vai conseguir amamentar”. Para contextualizar a incapacidade de amamentar, vou relatar minha própria história. Recém-parida, em 2015, lidei com o impacto de começar a amamentar e não saber direito o que

Maturidade na livraria: afinal o que é esse encontro, para que serve, para quem é, por que o fazemos
Acho que ainda não contei essa história aqui no blog da Editora Timo, de como resolvemos propor os encontros do #MaturidadeNaLivraria na Livraria da Vila, e resolvi fazer isso agora! Em setembro de 2023, dentro do projeto #MãesNaLivraria (que está em sua quarta edição), fizemos um encontro para ler um trecho do livro “Mulheres que correm com os lobos”, da Clarissa Pinkola Estés. O evento foi bem recebido e tivemos um grupo heterogêneo, com pessoas de idades e interesses distintos, e muitas mulheres-amigas-maduras. O primeiro encontro do que